Ancona-IT – Tremor de terra na costa Italiana.
Il mare e la distanza dalla costa hanno attutito il colpo. “Ma le onde sismiche si sono propagate lungo la placca adriatica, che è molto rigida, fatta di calcare, un materiale compatto. Per questo la scossa si è sentita così lontano, lungo tutta la Pianura Padana e fino a Roma. Me ne sono accorto anch’io e mi aspetto che l’abbiano percepita anche in Croazia”. Alessandro Amato è uno dei ricercatori veterani della sala sismica, nell’Istituto Italiano di Geofisica e Vulcanologia (Ingv). Spiega perché i terremoti sono ricorrenti: “Lì abbiamo la placca Adriatica che si insinua sotto agli Appennini e sotto le Alpi dinariche. Al suo interno ci sono faglie perpendicolari alla costa che si trovano in compressione. È un meccanismo abbastanza noto, sappiamo che può provocare terremoti al largo”.
“Non abbiamo diramato un vero e proprio allarme tsunami, ma un messaggio di informazione – continua – Questo avviene ogni volta che superiamo la magnitudo 5.5 in mare. Non ci aspettiamo onde di tsunami, ma possibili correnti anomale, frane sottomarine, qualche onda, comunque contenuta”.
L’intervista di Elena Dusi su Repubblica
O mar e a distância da costa causaram o golpe. “Mas as ondas sísmicas espalharam-se ao longo da placa Adriática, que é muito rígida, feita de calcário, um material compacto. É por isso que o terramoto foi sentido tão longe, ao longo da planície de Padana e até Roma. Também reparei nisso e espero que eles também tenham reparado nisso na Croácia”. Alessandro Amato é um dos pesquisadores veteranos da câmara sísmica, no Instituto Italiano de Geofísica e Vulcanologia (Ingv). Ele explica porque os terremotos são recorrentes: “Aí temos a placa do Adriático a rastejar sob os Apeninos e abaixo dos Alpes Dináricos. “Dentro dela há perpendiculares às falhas da costa que estão em compressão. É um mecanismo bem conhecido, sabemos que pode causar terramotos ao largo da costa”.
“Não emitimos um aviso de tsunami real, mas uma mensagem de informação – continua – Isto acontece sempre que passamos acima da magnitude 5,5 no mar. “Não esperamos ondas de tsunami, mas possíveis correntes anormais, deslizamentos de terras submarinos, algumas ondas, por mais conteúdo”.
Entrevista de Elena Dusi no SITE Repubblica