Italia News

Tutta l'Italia in un unico sito!

GuerraNewsnoticiaOpinião

Itália investiga quatro últimos governadores da Sicília por deslizamento

Os últimos quatro governadores da Sicília estão entre as 13 pessoas investigadas no inquérito sobre o deslizamento de terra que atingiu a cidade de Niscemi em janeiro passado.

O desastre ocorreu na esteira da passagem do ciclone Harry pelo sul italiano e abriu um precipício de quatro quilômetros de extensão e até 20 metros de altura, forçando a evacuação de mais de 1,3 mil pessoas, porém não deixou mortos.

Em 1997, o mesmo local já havia sido palco de um evento semelhante, o que fez com que os políticos que comandaram a Sicília nas últimas três décadas fossem questionados sobre os motivos de não ter implementado medidas para reduzir o risco na zona.

Os ex-governadores de direita Raffaele Lombardo (2008-2012), Rosario Crocetta (2012-2017) e Nello Musumeci (2017-2022), hoje ministro da Defesa Civil e das Políticas Marítimas, bem como o atual governador da região, Renato Schifani, são investigados por suspeita de negligência culposa, disseram fontes judiciais.

Além deles, os chefes da agência regional de Defesa Civil entre 2010 e 2026 também estão sob investigação, incluindo Calogero Foti e Salvo Cocina, bem como Sebastiana Coniglio, responsável pelo consórcio temporário que deveria ter realizado obras de mitigação contratadas em 1999.

O contrato foi rescindido em 2010, e os recursos alocados, cerca de 12 milhões de euros, ainda estão nos cofres da Sicília.

A investigação do Ministério Público de Gela sobre o deslizamento em Niscemi está dividida em três fases, conforme explicado pelo procurador Salvatore Vella. A primeira, que engloba os 13 suspeitos, diz respeito à omissão na implementação de medidas de mitigação que poderiam ter prevenido ou reduzido as consequências do deslizamento de janeiro.

A segunda etapa abordará a falha na realização de ações para coletar e gerenciar águas pluviais e esgoto, que foram identificadas como causa do desastre.

A terceira diz respeito às zonas identificadas como de altíssimo risco no relatório da comissão nomeada por ordem da primeira-ministra Giorgia Meloni, concentrando-se em evacuações e demolições malsucedidas, no bloqueio de novas construções e nas autorizações para projetos que não deveriam ter sido realizados.

Com isso, a lista de investigados está destinada a aumentar.

#Italy #Trump #Guerra #Paz #Meloni

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *